Que tal humanizar a educação?

A Congregação para a Educação Católica / Vaticano apresentou, no segundo semestre de 2017, um documento dirigido às 215 mil escolas e 1769 universidades católicas no mundo, em que o Papa Francisco desafia estas instituições a “humanizar a educação”. 

Educadores são chamados a “ajudar os jovens a serem construtores de um mundo mais solidário e pacífico”. – Papa Francisco |Foto: Maria Rita/instituto.cancaonova.com

 

Instituto Canção Nova, que tal humanizar a educação?

O documento declara que é a pessoa que deve ser colocada no centro do processo de educar e, para tal,  é preciso que se desenvolvam as qualidades físicas, morais, intelectuais, a noção de liberdade, de responsabilidade e de educação para a sexualidade, com o objetivo de promover um humanismo capaz do diálogo, da promoção do bem comum e do respeito aos valores da família. 

Uma educação assim não se restringe ao processo de ensinar e aprender, mas convida cada um a viver, estudar e agir de acordo com a solidariedade, a partilha e a comunhão. Estes princípios estão perfeitamente embasados  na abertura sincera ao novo e ao diferente, na promoção dos talentos individuais, na cultura do diálogo, nas atitudes colaborativas, inclusivas e democráticas. 

Nós, enquanto escola católica, temos a responsabilidade de cooperar com o patrimônio de verdades e valores da nossa Igreja para a edificação do humanismo solidário, por um mundo onde possamos reconhecer a dignidade do homem e a fraternidade do céu.

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Ana Luiza

Ana Luiza Lopes Sinieghi nasceu em Aracaju/SE. É missionária na Canção Nova desde 2006. Cursou Pedagogia na Universidade Federal de Sergipe e é pós-graduada em Gestão Democrática, pela Universidade de Taubaté (UNITAU). Atualmente cursa mestrado e atua no Instituto Canção Nova como Diretora-Adjunta.

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